Erythroxylum catuaba (Catuaba)

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Lepidium meyenii (Maca)

Quanto mais a ciência avança, mais se descobre que a natureza oferece aos seres humanos tudo o que é necessário para garantir sua alimentação, saúde e bem-estar. Plantas que há poucos anos eram simplesmente ignoradas passam a ser reconhecidas por suas propriedades surpreendentes – que já eram de conhecimento de povos muito antigos. É o caso da maca peruana – atualmente famosa por ser um tônico poderoso capaz de melhorar o desempenho generalizado do organismo.

A planta é de fato surpreendente: desenvolve-se entre 4 e 5 mil metros de altitude, nos Andes Centrais do Peru, com temperaturas que oscilam entre 20 graus positivos e 25 graus negativos, de acordo com o período do dia e a época do ano. Seus nomes populares – “Ginseng dos Andes” e”Viagra dos Incas” – dão boas indicações de suas qualidades. A maca é comparada com o ginseng porque apresenta as mesmas propriedades estimulantes do organismo e do desempenho de várias funções. Vários estudos estão indicando que ela também é indicada para tratamentos hormonais: ao que tudo indica, a planta apresenta determinadas moléculas que possuem a mesma estrutura que os hormônios naturais, tanto do homem quanto da mulher.

Muitos destes estudos estão sendo feitos com mulheres na menopausa que necessitam de tratamentos de reposição hormonal e, até o momento, os resultados têm sido satisfatórios na diminuição dos calores ou fogachos, na prevenção e controle da osteoporose e no estado emocional geral, com a vantagem de não apresentar os efeitos colaterais comuns nos tratamentos de reposição hormonal tradicionais.

A maca (Lepidium meyenii) é uma crucífera qualificada como uma das raízes e tubérculos andinos de mais alto conteúdo protéico. Ela tem a surpreendente capacidade de crescer em alturas extraordinárias: de 3800 a 4800 metros de altitude no local mais inóspito da Cordilheira dos Andes, onde as temperaturas são extremas: do intenso calor da manhã às mais frias noites, com gélidos ventos, nevadas persistentes e a intensidade da luz a estas alturas. Em local tão hostil, onde há pouco oxigênio, existe rara vegetação: só crescem batatas amargas e a maca. Não existem árvores, apenas plantas com poucos centímetros de altura.

O cultivo perdido dos incas

Este tubérculo, com o tamanho e a forma de um rabanete comum, é facilmente seco ao sol e mantém suas qualidades nutritivas com altos teores de ferro durante vários anos de armazenamento. Suas qualidades como um excelente alimento eram de conhecimento do povo inca, que usava a maca por sua ação estimulante da fertilidade e do desempenho sexual. Foram encontradas evidências antropológicas do cultivo da maca no Peru desde o ano de 1600 aC.

A maca era considerada pelos incas como um “presente dos deuses”. Eles a cultivavam como alimento, a utilizavam em cerimônias religiosas para danças e rituais. Ralatos espanhóis contam que durante a conquista do Peru, os animais trazidos da Espanha não se reproduziam normalmente naquelas alturas. Os nativos aconselharam os conquistadores a alimentarem seus animais com maca, o que trouxe resultados positivos, aumentando os níveis de reprodução dos animais.

Conta-se que durante os 100 primeiros anos de colonização, a maca fazia parte dos tributos exigidos pelos colonizadores. Além disso, sua importância era tão grande para o povo, que também era usada para realizar trocas entre as comunidades. Alguns estudiosos afirmam que o uso da maca poderia estar presente na região dos Andes desde os tempos em que as primeiras civilizações indígenas a habitaram, época anterior à presença inca no território. Mais tarde, durante a época dos povoadores incas, a maca teria sido considerada um alimento para as castas superiores, ao mesmo tempo em que era uma oferenda para os deuses.

Reza a lenda, que durante o apogeu do império Inca, os guerreiros incluíam as raízes da maca na sua alimentação antes de participar das batalhas, o que os tornavam extremamente fortes. Além disso, os guerreiros que se destacavam em combate recebiam a maca como prêmio por seus feitos.

Foram realizados estudos sobre a ação da maca sobre a fertilidade em animais (Dra. Chacón, 1961) e em seres humanos (Gonzalez, 2001). No ano de 1980, cientistas da Alemanha e dos EUA ao efetuarem estudos com ervas no Peru, reavivaram seu interesse pela Maca, chamando-na de “o cultivo perdido dos incas”.

A planta apresenta em sua composição, entre outros elementos, boa quantidade de cálcio, aminoácidos, proteínas vegetais, vitaminas e minerais como ferro, zinco e fósforo.

A raiz tem coloração que varia desde o amarelo claro até o marrom escuro, medindo entre 4 e 7 cm de diâmetro, e é a parte principal na elaboração dos produtos. O sabor e a composição química não se alteram em função da coloração da raiz. Apresenta talo curto e as folhas são compostas, medindo de 6 a 9 cm. Já as flores são agrupadas e hermafroditas.

Usos da maca peruana

* Na menopausa: A maca alivia os sintomas comuns da menopausa sem os efeitos de outros tratamentos químico-hormonais existentes no mercado. A maca pode ser usada como um tratamento vegetal de resultados comprovados no combate aos sintomas da menopausa, logo que estes começam a aparecer – são muito comuns os calores (fogachos), fadiga, suores noturnos, mudanças de estado de ânimo, diminuição da libido; além de problemas como osteoporose e alterações cardiovasculares. Geralmente, para combater estes problemas são adotados tratamentos com reposição hormonal que, infelizmente, apresentam alguns efeitos colaterais, o que não ocorre com a maca. Estudos realizados com a maca atestaram as propriedades da maca peruana como excelente tratamento fito-hormonal, sem apresentar efeitos colaterais, combatendo os sintomas comuns da menopausa e regularizando o balanço hormonal nas mulheres. Além disso, a maca apresentou ótimos resultados também na diminuição da fadiga, na redução do ressecamento da pele, no incremento da energia muscular e na elevação da libido – geralmente afetada na fase da menopausa.

* Problemas fertilidade e potência sexual: Estudos conduzidos tanto com seres humanos como com animais, realizados por diferentes especialistas (Dra. Chacón, 1961 e Dr. Gonzalez, 2001-2002) comprovaram que o uso da maca pode promover o aumento da mobilidade dos espermatozóides, do volume seminal e o incremento do desejo sexual em seres humanos. O consumo da maca peruana pode resultar em melhoria no fluxo sangüíneo corporal e também na zona pélvica de homens e mulheres. Em razão deste efeito, a maca tem sido reconhecida há anos como um alimento capaz de aumentar o vigor e a potência sexual. Tradicionalmente, a maca tem sido descrita como um afrodisíaco para homens e mulheres, sem dúvida por seus efeitos positivos no aumento nos níveis de testosterona no organismo.

* Como tônico para o organismo: O uso da maca peruana como tônico revigorante para o organismo em geral é conhecido desde tempos antigos. A ciência atual reconhece que plantas adaptógenas – como a maca – realmente possuem a propriedade de auxiliar o organismo a se adaptar às condições adversas do ambiente, aumentando a força e a resistência musculares. As plantas adaptógenas não atuam especificamente em uma debilidade física ou psicológica, mas revitaliza o organismo de uma maneira geral a fim de estimular suas próprias defesas imunológicas contra agentes externos agressores e promove estímulo físico e mental.

Muitos fitoterapeutas têm reconhecido que a maca pode trazer bons resultados no tratamento da Síndrome da Fadiga Crônica, além de diminuir o cansaço mental e restaurar a energia e o vigor dos idosos.

Contra-indicações da Maca Peruana

Exceto para os alérgicos à planta, a maca peruana não possui contra-indicações nem interações. Entretanto, seu uso não é recomendado para as pessoas que consomem hormônios, pois pode intensificar o efeito hormonal ou inibi-lo. Mulheres que tomam anticoncepcionais orais ou fazem terapias de reposição hormonal devem consultar seu médico antes de utilizar a maca peruana.

A maca peruana tem sido um alimento tradicional e medicinal no Perú nos últimos 2000 anos. Cresce entre os 9.400 e os 10.200 metros acima do nível do mar, nas montanhas peruanas dos Andes. Esta planta sobrevive apenas em áreas extremamente frias com um solo relativamente pobre. Apesar de ter sido cultivada fora dos Andes, não é ainda claro se estas raízes têm a mesma constituição e surtem os mesmos efeitos que as da maca original dos Andes.

A raiz de maca tem um alto valor nutricional. Contém muitos minerais (cálcio, potássio, ferro, magnésio, fósforo e zinco) esteróis (encontraram-se 6), e contém 20 ácidos gordos, lípidos, fibras, carboidratos, proteínas e aminoácidos. Para os índios andinos, a raiz orgânica da maca é um produto energético que aumenta a potência. A raiz de maca seca, doce e picante, é considerada uma especiaria. O governo peruano tem feito grandes investimentos em pesquisa cientíifica para provar efeitos positivos.

Efeitos

O valor nutricional da maca peruana é alto. O efeitos positivos da planta tais como o estímulo e melhoria das funções sexuais podem dever-se à sua alta concentração de proteínas e nutrientes.

Praticantes de medicina e ervanários nativos usam a maca para reduzir os sintomas negativos da menopausa, tais como afrontamentos, secura vaginal e depressão. A erva também deve ajudar a memória. Relatórios de instituições educacionais e científicas peruanas, mostraram aumentos significativos (120-200%) na resistência sexual, na estamina física, na reacção a situações stressantes, e um aumento tanto no número como na actividade de espermatozóides (esperma). Todavia esta informação não foi revista a fundo, nem muito estudada fora do Perú.

Uso

O pó de maca periana pode ser perfeitamente usado em leites de nozes, maltes, bolos, sumos, chás chai, ou assados. Mas para beneficiar das suas qualidades já é suficiente misturar a maca com água quente ou fria. Na medicina botânica os pós recomendam-se geralmente em doses diárias de 5-20 g.  Guarda em local seco e fresco, e evita a exposição excesiva ao calor, humidade e luz directa do Sol.

Aviso

Até à data não se conhecem contra indicações, efeitos adversos, ou envenenamentos.

A Raiz de Maca – Prevenção e Tratamento de Doenças

A Maca é uma planta que tem a sua origem no cimo das montanhas andinas do Peru, e tem milhares de anos. Só recentemente, os benefícios para a saúde que a maca oferece foram reconhecidos pela comunidade internacional.

Também conhecida como o “Ginseng peruano”, esta raiz extremamente forte, cresce onde nenhuma outra cultura consegue sobreviver; com folhas pequenas que crescem rente ao chão, esta planta floresce em altitudes entre 9.000 a 14.000 pés num clima extremo de gelo,ventos frios e sol forte.

O seu nome em latim é Lepidium meyenii; é uma planta anual e faz parte  da família das crucíferas; é semelhante ao nabo ou ao rabanete, e as suas raízes tuberosas, são uma enorme fonte de benefícios para a saúde.

Tem vindo a ser utilizada medicinalmente, há séculos, na América do Sul e, tal como o Ginseng, é um adaptogéneo, que ajuda o organismo na prevenção e tratamento de várias doenças. O seu alto valor calórico torna-a excelente para dar energia, força e resistência.

Os adaptogéneos ajudam a activar o sistema imunitário, melhorando o estado geral do organismo e permitindo uma maior adaptação a níveis elevados de stress ou a situações que exijam maior energia e  capacidade de resistência.

A raiz, seca, e tem uma surpreendente vida útil de cerca de sete anos. O pó feito a partir da raiz contém cerca de 20 aminoácido, dos quais sete são aminoácidos essenciais; tem cerca de 60% de carboidratos e 8,5% de fibra – uma colher de sopa, por dia, é a dose recomendada -; em comparação com a batata – outra planta com raiz – a raiz de maca tem cinco vezes mais proteínas e cerca de quatro vezes mais de fibras.

A Maca é uma importante fonte de aminoácidos, fitonutrientes, ácidos gordos saudáveis, vitaminas e minerais; este super alimento – muito rico em nutrientes o que a torna num enorme potencial de capacidades curativas – tem a capacidade de aumentar a energia e a resistência, de oxigenar o sangue, de ajudar na produção de neurotransmissores e de aumentar a líbido.

Cada vez mais cientistas e médicos têm vindo a constatar que as propriedades adaptogénicas da maca são uma das melhores formas naturais para regular o sistema endócrino, auxiliando o regular funcionamento e desenvolvimento das hormonas.

Apesar de a maca, em si mesma, não conter hormonas, o conjunto de nutrientes que a compõem alimentam eficazmente o sistema endócrino, as glândulas supra renais e a glândula tiróide, permitindo a produção necessária de hormonas adequada ás necessidades de cada indivíduo. Esta mistura única de nutrientes contidos na raiz da maca também pode contribuir para regular o metabolismo e aumentar os níveis de energia, de desempenho sexual e de sensação de bem-estar geral.

A raiz de maca actua directamente sobre o hipotálamo e sobre as glândulas pituitárias, permitindo aumentar as capacidades mentais; além disso, ao auxiliar o organismo em  situações de grande stress, está ao mesmo tempo a promover o rejuvenescimento das glândulas supra

Esta raiz, dadas as suas muitas propriedades medicinais pode proporcionar alívio dos sintomas da menopausa e da andropausa, retardar o processo de envelhecimento, reforçando a função do sistema hormonal que suporta os níveis ideais de estrogênio, progesterona, testosterona, DHEA e os hormônios do crescimento humano.

A raiz de Maca, geralmente vendida em pó, pode ser adicionada a qualquer alimento; tem um sabor delicioso, ligeiramente maltado; é um emulsionante maravilhoso que combina bem com gorduras, amidos e açúcares, conseguindo-se obter m sabor equilibrado.

Maca raiz pode ser encontrada em lojas de comida e muitas lojas em linha respeitáveis.Selecione as marcas pesquisadas orgânico de qualidade. Como acontece com qualquer super alimento, consumir com cautela até que seu corpo tem a chance de aumentar a tolerância.Pode ser usado por um longo período de tempo sem efeitos colaterais. Às vezes, uma ruptura do uso superfoods pode realmente aumentar a sua eficácia, por isso é recomendável tomar uma semana de folga a cada mês de consumo diário consistente.

A raiz de Maca pode ser comprada em qualquer loja de alimentos naturais; escolha as marcas que comercializem produtos orgânicos, pois são de melhor qualidade; pode ser consumida durante largos períodos de tempo, não se conhecendo efeitos secundários.

As pessoas que tomam raiz de maca diariamente e para aumentar a eficácia da raiz de maca, tal como acontece com outros super alimentos, convém que façam uma paragem pelo menos uma semana por mês.

Como acontece com qualquer outro produto natural, deve consumir a raiz de maca com cuidado até que o seu organismo esteja totalmente adaptado.

É uma planta que se assemelha a beterraba e suas folhas são consumidas em saladas. As raízes de maca são fontes ricas em açucares por isso seu sabor adocicado. São considerados uma “delicatesse” nos platôs andinos. Quando secadas podem ser armazenadas por varios anos.

A planta é cultivada no platô de Junin, região central do altiplano peruano e era apreciada pelos incas por suas propriedades revigorantes.

Por séculos a raiz da maca cresceu selvagem nos Andes peruanos entre 3.800 e 4.400 m acima do nível do mar. Esta é a única região onde encontramos a maca, onde as condições de temperatura são extremamente congelantes, os ventos são fortes e a luz solar e intensa. Poucas plantas no mundo resistem a tais condições.

O solo rico situado neste platô elevado do Peru onde o frio e intenso e o oxigênio e rarefeito pode explicar os elevados níveis de minerais encontrados na raiz de maca.

Ainda hoje, os índios peruanos plantam a maca da forma tradicional igualmente aos seus ancestrais ,sem a utilização de pesticidas ou produtos químicos.

A raiz de maca contem quantidades significativas de aminoácidos, carboidratos complexos, vitaminas B1, B2, B6, D3, C e PP e minerais, incluindo: cálcio, fósforo, zinco, magnésio , ferro e sódio.

Ptychopetalum olacoides (Muira Puama)

Marapuama (Ptychopetalum olacoides)

Descrição A Marapuama é uma planta nativa da região da floresta amazônica, há muito tempo conhecida e utilizada por índios nativos brasileiros. A árvore de Marapuama pode chegar até 5 metros de altura, suas folhas são verdes, oblongas e suas flores são numerosas, pequenas, de coloração branca com perfume que lembra o jasmim.

Indicações Cascas e raízes de Marapuama são usadas no tratamento da impotência sexual e problemas de ereção. A Marapuama é considerada um afrodisíaco natural, aumentando a libido. Na Europa é comum o uso dessa planta para casos de disenteria. A Marapuama também é recomendada para casos de stress, fadiga, depressão e perda de memória. No Brasil, existem pesquisas sendo realizadas com extrato de Marapuama e Catuaba para uso em estética no combate à celulite.

Nomes Comuns: Muirapuama, Muiratã   Nome em inglês: Potency Wood

Nome Botânico de Muira Puama: Ptychopetalum olacoides

Outros Nomes Comuns: Potencia madeira, mara puama, marapuama, marapama raiz del machista, e potenzholz.

Habitat: Muira puama, ou potência madeira, que é nativo da Amazônia brasileira. É preciso um clima tropical e abundante umidade para prosperar.

Plant Descrição: Muira puama é um pequeno arbusto / árvore que cresce a uma altura de 5 metros e produz pequenos, brancos, jasmine-aromáticas flores.

Plant Peças Usadas: As cascas e raízes desta árvore são usados para fins médicos.

Usos terapêuticos, Benefícios e Reivindicações de Muira Puama

     * Muira puama tem sido utilizada tradicionalmente por tribos no Brasil e países da América do Sul a rodeia. É uma popular, embora não tenha sido bem estudadas, ervas completar na Europa e Américas do Sul e do Norte.      * Tradicionalmente esta erva foi usada por tribos indígenas como um aphrodisiac e para tratar a impotência. Mastigar a cascas, caules e raízes foi o método mais popular de administração.      * Muira puama também tem sido usada como um tônico para nervoso condições e depressões. Tem sido usada para promover a função nervosa e global para aliviar a dor do nervo.      * Algumas tribos amazônicas têm usado esta erva medicinal no tratamento de reumatismo e disenteria. Um colar da casca e / ou raiz óleos também foi aplicado topicamente para tratar beriberi e paralisia.      * Na Europa, cerca de 1930, tornou-se um popular suplemento para o tratamento da disfunção eréctil. Ele demonstrou ser tão eficaz como yohimbine em alguns casos, sem os efeitos secundários adversos.      * Embora os estudos clínicos e de investigação são esparsas, muira puama ainda é promovido hoje como um tratamento para a disfunção eréctil e como um aphrodisiac masculino.      * Também foi utilizado para perturbações gastrointestinais e como um tratamento para a indigestão.      * Muira puama não tem um efeito estimulante que deixa o usuário com um sentimento geral de bem-estar quando tomado em doses adequada. Grandes doses podem causar uma sobrestimulação deixando o usuário sentir inquieto e afetando sono.      * Este suplemento herbal também foi demonstrado, em estudos em animais, para melhorar mental foco e clareza. Isso também pode ajudar a melhorar a concentração ea memória curta.      * Também é utilizado para tratar a queda de cabelo.      * Seu efeito estimulante também o torna útil como uma erva para a depressão.      * As mulheres têm utilizado muira puama para tratar o desconfortos da menopausa, bem como dores associados à menstruação.      * Muira puama podem ser combinadas com outras ervas, como damiana, guaraná, catuaba, e suma, para aumentar os seus efeitos.

Dosagem e Administração

Tribos indígenas na América do Sul ter tomado esta ervas suplemento por mastigar a casca cerveja ou um chá utilizando as cascas, caules ou raízes. A dosagem comum utilizada hoje é de 1 a 1,5 gramas da casca, caule, e / ou raiz. Muira puama está disponível como um extracto ou em forma de pó cápsulas.

Potenciais Efeitos secundários de Muira Puama

Muira puama parece ser relativamente segura no dosagens acima expressos. Insônia e inquietação têm sido observados com doses elevadas. Devido à falta de investigação com seres humanos, mulheres grávidas ou lactantes devem evitar tomar este suplemento. Segurança em crianças também não foi determinada. Não houve qualquer toxicidade registou com o uso prolongado sobre muira puama. Não parece ser quaisquer interacções medicamentosas com este suplemento, embora possa aumentar o efeito de drogas e suplementos disfunção eréctil.

Pausinystalia yohimbe (Pau-de-cabinda)

Pau-de-Cabinda (Pausinystalia johimbe) é uma espécie, ou talvez várias, do género Pausinystalia, da família das Rubiaceae. O nome em português faz alusão à uma origem cabinda; porém, é conhecida por toda a África por nomes tais como yohimbe, johimbe, etc. Da casca desta planta faz-se um chá psicoactivo com efeito estimulante e afrodisíaco. A sua actividade deve-se à presença de ioimbina. Esta preparação é frequentemente vendida em ervanárias.   A actividade desta planta por vezes dá aso a exageros e lendas; mesmo assim, esta planta é conhecida mundialmente como o Viagra africano. O seu chá é um estimulante muito forte, pode levar à perda do sono de uma noite inteira. Pelo seu efeito forte, pela possibilidade de interacções com outros medicamentos, é necessária precaução no seu uso. A FDA americana tem esta planta na lista de suplementos não seguros. A ioimbina é um fármaco antagonista seletivo dos receptores alfa-2 adrenérgicos. É ativadora de desempenho sexual, de acordo com uma revisão científica de afrodisíacos naturais conduzida por pesquisadores da Universidade de Guelph, no Canadá. Melhora a fluxo sanguíneo da região sexual dos homens. A ioimbina produz uma gama de efeitos colaterais de ordem psíquica e alterações da pressão arterial. Quimicamente, é um alcaloide. Pode se encontrada na planta da espécie Pausinystalia johimbe, conhecida em português como pau-de-cabinda. Também ocorre de forma natural na espécie Rauwolfia serpentina, juntamente com outros alcaloides activos. A ioimbina tem sido utilizada como suplemento dietético de venda directa sob a forma de extracto herbal e também como um medicamento sob prescrição médica na sua forma pura, para o tratamento da disfunção sexual.

História

Foi descoberto na Alemanha em 1896 por Spiegel e é derivada da planta da espécie Pausinystalia johimbe. Inicialmente os testes com a substância produziram ereções em pacientes de um sanatório de idosos. Na década de 1950 conseguiu-se sua síntese. Nos anos 1980 a substância foi testada em roedores e notou-se a produção de 50 ereções por hora. No entanto, só era eficaz em impotências psicológicas.

Indicações

Sexuais – O NIH afirma que o cloridrato de ioimbina é a forma padrão da ioimbina que está disponível como medicamento de prescrição médica, no Estados Unidos da América. Também afirma que se mostrou eficaz em estudos envolvendo humanos, ser eficaz para o tratamento da impotência masculina. Estudos controlados sugerem que nem sempre é um tratamento eficiente para a impotência, e a evidência relativa ao aumento da libido é muito baixa. A iombina mostrou-se eficaz na reversão da exaustão sexual em ratos do sexo masculino. Também foi mostrado que a ioimbina aumenta o volume de sémen ejaculado em cães, como efeito a durar pelo menos cinco horas após a administração. Foi mostrado que a ioimbina é eficaz no tratamento da disfunção orgásmica em homens.

Outros usos – A ioimbina tem sido utilizada para o tratamento de efeitos colaterais de natureza sexual, causados por alguns tipos de antidepressivos, para a disfunção sexual feminina, como agente causador do aumento da pressão sanguínea, para a xerostomia e como sonda da actividade noradrenérgica.   A adição de ioimbina a fluoxetina e venlafaxina também se mostrou potenciar a acção antidepressiva de ambos os agentes. A ioimbina tem sido utilizada como agente que facilita a recordação de memórias traumáticas, no tratamento do transtorno de estresse pós-traumático. O uso de ioimbina fora mecanismos terapêuticos pode não ser apropriada para pessoas que sofram deste transtorno. De acordo com uma estudo, o uso de ioimbina por via oral como suplemento, pode levar a uma perda de peso substancial em atletas. Algumas lojas na internet vendem caras formulações de ioimbina para uso transdérmico com vista a uma diminuição localizada de tecido adiposo, apesar de não haver evidência experimental de que é efectiva para tal.   Em medicina veterinária, a ioimbina é utilizada para reverter anestesias por via da droga xilazina, em pequenos e grandes animais.

Farmacologia

A ioimbina tem elevada afinidade para o receptor adrenérgico alfa 2; moderada afinidade para o receptor adrenérgico alfa 1 e para os receptores 5-HT1A, 5-HT1B, 5-HT1D, 5-HT1F, 5-HT2B e D2; e uma afinidade baixa para os receptores 5-HT1E, 5-HT2A, 5-HT5A, 5-HT7 e D3. Actua como antagonista nos α1-adrenérgicos, α2-adrenérgicos, 5-HT1B, 5-HT1D, 5-HT2A, 5-HT2B e D2, e como agonista parcial nos 5-HT1A. As suas actividades intrínsecas noutros locais listados não são claras ou são desconhecidas, mas provavelmente mais do tipo antagonista.

Produção

A ioimbina é o principal alcaloide encontrado na casca do pau-de-cabinda, da família Rubiaceae. Existem outros 31 alcaloides derivados encontrados nessa mesma planta. Em África, a planta tem sido tradicionalmente usada como o afrodisíaco. De notar que os termos ioimbina, cloridrato de ioimbina e extrato de casca de ioimbina são relacionados mas não são sinónimos.   Os níveis de ioimbina que estão presentes no extracto da casca são variáveis e muitas vezes muito baixos. Portanto, apesar de a casca de ioimbina ser utilizado tradicionalmente para reduzir a disfunção eréctil masculina, não existe suficiente evidência científica para tomar uma conclusão definitiva sobre esta matéria.

Efeitos adversos

A ioimbina tem significantes efeitos colaterais. Um exemplo é o desencadear de reacções de ansiedade. Existem evidências de que a substância pode ser perigosa quando tomada em quantidades excessivas. Doses mais elevadas de ioimbina tomada por via oral criam numerosos efeitos adversos como a aceleração do ritmo cardíaco, o aumento da pressão sanguínea, sobre-estimulação, insónias e ou estados de sono. Alguns efeitos em casos raros incluem ataques de pânico, alucinações, dores de cabeça e tonturas. Efeitos adversos mais sérios podem incluir convulsões e insuficiência renal. A ioimbina não deve ser consumida por pessoas que tenham doenças do fígado, rim, coração ou tenham distúrbios psicológicos. Isto pode também levar à precipitação de reacções de pânico.

Panax sp (Ginseng)

O ginseng ou ginsengue (Panax sp.) é uma planta utilizada na medicina chinesa há milhares de anos para incrementar a longevidade e a qualidade de vida. O Panax ginseng é a espécie mais estudada e disponível comercialmente dessa planta. Outra espécie, Panax quinquefolius (ginseng americano), é cultivada no meio-oeste dos EUA e exportada para a China.

O ginseng é um dos fitoterápicos mais utilizados em todo o mundo. O gênero dessa erva compreende cinco espécies de crescimento lento e vida longa, cultivadas em todo o mundo, mas especialmente em países de clima mais ameno. Essa planta vem sendo utilizada há séculos na medicina chinesa e até mesmo pelos nativos norte-americanos. Alguns pesquisadores acreditam, porém, que a erva utilizada originalmente pelos chineses era de outra espécie. O nome ginseng é derivado de uma palavra chinesa que significa “raiz-homem”, porque a raiz tem um formato semelhante às pernas de um homem. Importante dizer que algumas ervas são classificadas erroneamente como ginseng, de forma que é preciso prestar bastante atenção aos vários compostos que são encontrados no mercado, vendidos com promessas milagrosas.[1]

A parte medicinal da planta é a sua raiz de crescimento lento, colhida após quatro a seis anos, quando seu teor global de ginsenosídeo – o ingrediente ativo principal do ginseng – atinge o máximo. Existem treze ginsenosídeos ao todo. O Panax ginseng também contém panaxanos, substâncias que podem reduzir os níveis de açúcar no sangue (glicose) e polissacarídeos, moléculas complexas de açúcar que fortalecem o sistema imunológico. O ginseng “branco” consiste simplesmente na raiz desidratada, enquanto o ginseng “vermelho” consiste na raiz aquecida no vapor e desidratada.

As raízes da planta são conhecidas e utilizadas há mais de 5000 anos no Oriente. Referenciada pela primeira vez na Dinastia Han, a planta iria ser conhecida mais tarde como Jen Sheng, a raiz celestial, ou Ginseng, que significa literalmente erva-humana pela sua forma semelhante à de uma figura humana.

Sabe-se que o ginseng proporciona melhoras na circulação sanguínea, gerando, consequentemente, melhora generalizada na disposição física e mental.

Pesquisadores acreditam que a atuação do ginseng com a vacina anti-gripe melhora a imunidade do sistema contra a doença.

O ginseng é ativador de desempenho sexual, de acordo com uma revisão científica de afrodisíacos naturais conduzida por pesquisadores da Universidade de Guelph, no Canadá.

Crocus sativus (Açafrão)

O açafrão é extraído dos estigmas de flores de Crocus sativus, uma planta da família das Iridáceas. É utilizado desde a Antiguidade como especiaria, principalmente na culinária do Mediterrâneo — região de onde a variedade é originária — no preparo de risotos, aves, caldos, massas e doces. É um item essencial à paella espanhola. É tida como uma das mais caras ou a mais cara especiaria do mundo uma vez que, para se obter um quilo de açafrão seco, são processadas manualmente cerca de 150.000 flores, e é preciso cultivar uma área de aproximadamente 2000  m².  Quando seca, a flor desprende de seus órgãos um pigmento amarelo e um óleo volátil, tradicionalmente usado como corante de tecidos.

O açafrão também tem sido empregado para fins medicinais, há séculos. Historicamente foi utilizado no tratamento do câncer e de estados depressivos. Tais aplicações têm sido pesquisadas atualmente. Efeitos promissores e seletivos contra o câncer têm sido observados in vitro e in vivo, mas não ainda em testes clínicos. Efeitos antidepressivos também foram encontrados in vivo e em estudos clínicos preliminares. Há portanto interessantes perspectivas de uso dos extratos de açafrão na fitoterapia racional

Botânica

A Crocus doméstica, C. sativus L., é uma planta perene, de floração outonal, inexistente em estado selvagem. Seria originária da Ásia central ou de Creta. A espécie Crocus sativus teria resultado de uma seleção intensiva de Crocus cartwrightianus, um crocus de floração outonal originário da porção oriental do mediterrâneo por produtores que desejavam estigmas mais longos.

Cultivo
A Crocus sativus prospera em climas semelhantes ao dos maquis mediterrâneos ou do chaparral norte-americano, onde a brisa seca e quente do verão sopram sobre as terras semi-áridas ou áridas. Todavia, a planta pode tolerar invernos rigorosos, sobrevivendo a temperaturas de até -10°C e mesmo a curtos períodos sob neve.[6] [5] Mas, embora não sobreviva em ambientes úmidos como o da Cachemira, onde as precipitações são, em média, de 1000 a 1500 milímetros por ano, o açafrão precisa ser irrigado. Isto é particularmente verdadeiro na Grécia (500 mm por ano) e na Espanha (400 mm por ano). A frequência das precipitações é também um fator importante. O ideal é que haja chuvas abundantes na primavera, seguidas de verões secos. Precipitações pouco antes da floração aumentam a produção da planta. Já o tempo frio e chuvoso durante a floração favorece a incidência de doenças e reduz a produção.

O açafrão é ativador de desempenho sexual, de acordo com uma revisão científica de afrodisíacos naturais conduzida por pesquisadores da Universidade de Guelph, no Canadá.

Ferula hermonis

Conheça a Ferula hormonis, também conhecida por “viagra libanês”.
Para além de ser um poderoso afrodisíaco, também se aplica a mulheres com complicações menstruais e da menopausa.
Ouras aplicações para esta planta incluem a capacidade regenerativa dos tecidos lesados (feridas), a cura das infecções em animais, e o aumento da produção de leite (tanto em animais como durante o período de aleitamento da mulher).
A Ferutinina, a Tenuferidina e a Ferolina são 3 químicos que estão presentes nesta planta, e são os responsáveis pelos poderosos efeitos afrodísiacos apresentados, a ponto destes serem considerados quase como “magia”.
Existem muitas histórias a rodear o consumo desta planta, especialmente nos países árabes, onde é consumida por homens com 70 e 80 anos, e que recuperam o seu vigor.
Os níveis da testosterona declinam com o avanço da idade, e assim, ao aumentar os seus níveis, através do consumo de plantas afrodisíacas, homens de idade mais avançada recuperam o vigor de autênticos atletas sexuais.
Para um efeito afrodisíaco, recomenda-se a aplicação de 50 gotas de tintura de Ferula hormonis, novamente, logo de manhã e antes de deitar, e deve-se manter este tratamento durante 4 semanas.
Para as mulheres que sofrem com problemas menstruais ou da menopausa, 50 gotas, 3 vezes ao dia, depois das refeições.